Apresentação
- nataliajscosta
- 6 de jan. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 21 de ago. de 2025

Sou filha
Sou amiga
Sou companheira
Sou mãe
Sou tia
Sou cientista
Sou professora
Sou humana
Sou eu
Quem eu sou
Poderia me apresentar descrevendo minha trajetória profissional, mas sinto que isso define muito pouco do que sou. Sou filha, amiga, companheira, mãe, tia, cientista, professora. Essas palavras representam diferentes facetas de quem sou, mas vão além de rótulos: elas contam uma história de aprendizado e transformação.
Vejo-me como uma pessoa com alma de cientista, extremamente curiosa, que aprende incansavelmente e ama ensinar. Enxergo e busco aprendizado em tudo na vida, principalmente nos relacionamentos humanos, e sempre tento compartilhar o que aprendo.
Acredito que ser uma boa amiga, filha, mãe, companheira e profissional é um trabalho árduo e contínuo, que muitas vezes envolve momentos difíceis, mas transformadores. E, justamente por ser um trabalho árduo e contínuo, percebo que ainda tenho muito a aprender para me tornar o ser humano que gostaria de ser.
Nunca ocupei um cargo de liderança formal, portanto, não posso dizer que sou uma líder experiente. Ainda assim, carrego aprendizados valiosos das minhas experiências em liderança informal e como liderada, os quais compartilharei com vocês nas postagens deste blog.
Meu interesse por liderança
Ao longo da minha vida, algumas pessoas do meu convívio me disseram que eu tinha um perfil de liderança natural. Como isso sempre me foi dito com uma expressão alegre e amorosa, sempre entendi que era uma qualidade. Eu agradecia, meio sem jeito, e seguia em frente. Um dia, esse elogio veio de uma gestora por quem tenho muita admiração. Não sei explicar bem o porquê, mas, nesse dia, algo despertou em mim: uma curiosidade enorme de entender melhor o que seria o perfil de liderança.
Inicialmente, procurei ler artigos na internet e fiz um curso online gratuito. Após essa primeira etapa de compreensão, entendi que a liderança atual exige certas habilidades técnicas e socioemocionais, e que talvez os elogios que eu recebia estivessem relacionados às habilidades socioemocionais. Sempre acreditei que todos os seres humanos buscavam desenvolver essas habilidades, independentemente de ocuparem uma posição de liderança ou não. Tive a sorte de contar, tanto na minha vida pessoal quanto profissional, com alguns líderes bem humanizados.
Demorou um pouco para eu entender que, no mundo corporativo, ainda há perfis de liderança autocrática profundamente enraizados. Quando essa percepção se consolidou, compreendi a importância de promover, principalmente, a empatia, o autoconhecimento e a inteligência emocional nas organizações. Foi nesse momento que minha curiosidade pelo tema da liderança se intensificou.
Hoje, leio constantemente livros e artigos científicos relacionados, especialmente no âmbito da liderança organizacional. Adoro debater e refletir sobre o assunto.
E você, leitor? O que te levou a se interessar por este tema?



è uma surpresa, escrito de forma leve, clara e objetiva ilumina de uma forma límpida, algumas situações que ao longo de meu desempenho, não tinha uma clareza para perceber.
tenho aprendido a ver mais real, acontecimentos de minha vida profissional.
P A R A B E N S.